Thursday, May 12, 2016
aguarelas no sketchbook
as minhas aventuras no mundo das aguarelas começaram no sketchbook e, como sempre, o meu eu pesa mais que os meus materiais... assim como a minha mão pesa mais do que o bico da sakura aguenta
a hiena e o impeachment
violetas-da-pérsia
amores-meus-amores
Wednesday, May 11, 2016
(R)esquissos do Quebra-Costas
um novo retorno, uma segunda vez, um novo renascimento
anos passados, a vida segue impávida
como dizia alguém na grécia:
ferry kaput! ferry kaput!
mas a história segue sempre no seu passo inexorável...
só para animar aqui ficam uns desenhitos do meu sketchbook, dos já idos e datados tempos da trouxa-mocha
o quebra-costas de coimbra visto da porta da trouxae a praceta
outra vez o quebra
e por fim a loja e o rádio acompanhante, uma relíquia como o escriba...
Saturday, April 30, 2011
Silvas, Silvas e Mais Silvas...
os dias da quinta: parte II
silvas, silvas e mais silvas... que triste sina era esta, a que a quinta estava destinada. mas, com mais um fim-de-semana de trabuco, já se viam alguns progressos! primeiro passo: um lugarzinho de estacionamento reservado para a ramona...
armado somente de uma poderosa tesoura-de-cortar-relva, e ajudado por uma bela partner de carunchoso-ancinho-relíquia em punho, avizinhava-se uma tarefa de proporções épicas! felizmente desencantei um velho carrinho-se-mão, perdido algures num dos alpendres, para nos ajudar no transporte das malvadas-plantas-espinhoso-invasoras...
cá está o alpendre, com a barrica da água ainda viva e de saúde, e as silvas cortadas como umas belas sebes de jardim! belas sim, mas à devida distância, e com mais de 2 metros de altura...
a degradação já era evidente: com as silvas a levantar as telhas, as infiltrações em abundância e zero de manutenção, tornava-se evidente o fatal destino... mas nada temam! o super-cortador-de-malvadas-e-espinhosas já estava a caminho...
...embora manifestamente surpreendido pela sua pequenez face à colossal e hercúlea tarefa a que, voluntariamente, se oferecia.
era a hora de tirar a capa e por os super-poderes em acção!
silvas, silvas e mais silvas... que triste sina era esta, a que a quinta estava destinada. mas, com mais um fim-de-semana de trabuco, já se viam alguns progressos! primeiro passo: um lugarzinho de estacionamento reservado para a ramona...
armado somente de uma poderosa tesoura-de-cortar-relva, e ajudado por uma bela partner de carunchoso-ancinho-relíquia em punho, avizinhava-se uma tarefa de proporções épicas! felizmente desencantei um velho carrinho-se-mão, perdido algures num dos alpendres, para nos ajudar no transporte das malvadas-plantas-espinhoso-invasoras...
cá está o alpendre, com a barrica da água ainda viva e de saúde, e as silvas cortadas como umas belas sebes de jardim! belas sim, mas à devida distância, e com mais de 2 metros de altura...
a degradação já era evidente: com as silvas a levantar as telhas, as infiltrações em abundância e zero de manutenção, tornava-se evidente o fatal destino... mas nada temam! o super-cortador-de-malvadas-e-espinhosas já estava a caminho...
...embora manifestamente surpreendido pela sua pequenez face à colossal e hercúlea tarefa a que, voluntariamente, se oferecia.era a hora de tirar a capa e por os super-poderes em acção!
Wednesday, April 20, 2011
no princípio era a selva
como prometido aqui se concretiza o regresso. nos últimos tempos tenho-me dedicado a recuperar a velha quinta dos meus avós, já faz muito deixada ao abandono. 20 anos como viveiro de silvas e afins levou a este estado lastimável, apesar do ar selvático nas fotos, a realidade é que dava pena ir até lá...infelizmente deste começo não tenho boas panorâmicas, nenhuma visão global da situação, só pequenos pedaços isolados deste enorme projecto.
quem se ressentiu foi a varanda que agora está mesmo selvagem, mas isso fica para outra oportunidade...
já se sabe, ao abandono as construções degradam-se a um ritmo alucinante. não sei o que me levou, literalmente, a meter mãos-à-obra...mas o facto é que, armado de uma tesoura de cortar relva(!) e com a ajuda da minha princesa-anjo-da-guarda, fui abrindo caminho por entre o mar de silvas.
aqui já a coisa estava a avançar, mas as malvadas chegavam ao telhado, invadiam o interior, dominavam a seu belo prazer tudo que se elevava do chão...
foram tórridos dias de verão! se bem me lembro, o suor, a cada tesourada, corria em bica pela minha cara abaixo pingando na terra ressequida. mas a alegria e prazer de cada metro de caminho aberto transmitia-me uma sensação de prazer inolvidável: eu era o livingstone explorando território desconhecido e, a cada passo, encontrava um fragmento do passado. só que deste passado também eu fazia parte.
difíceis belos dias
estes dias da quinta
em que eu trabalhava
e tu tão bela ajudando rias...

foi um longo processo até hoje: uma selva quase domesticada!
para quem duvidava da árdua empreitada, um click tão simples como um pequeno trilho, levou a um enorme trabalho conjunto: se no início éramos somente 2 agora já somos 5; se no início cada metro era uma feliz vitória agora cada dia é um dia mais próximo!
e assim chego ao fim, uma pequena abertura para um tema que espero longo! para terminar aqui fica este vosso escriba a labutar e 2 pequenos sinais de vida na selva, ambos reveladores da beleza simples da natureza...cada vez acho mais que não há nada como o campo!
Friday, April 15, 2011
A Varanda vai voltar brevemente!
olá a todos, meus amigos, o regresso está próximo! obrigado pelos incentivos, peço desculpa pelo desaparecimento assim, sem mais nem menos, deixando na mão todos aqueles que gostavam de me seguir...
mais ou menos como diz o povo (digital neste caso): águas passadas não movem blogs! por isso cá estou eu outra vez, a ver se recupero o bom humor nesta altura de tão grandes dificuldades, tantas mentiras e enganos. este sério mundo economicista não interessa a ninguém: para depressões bastam as nossas vidinhas.
valem-nos os amigos que o são sempre
valem-nos os hobbies que nos alegram
valem-nos principalmente os que nos amam
amam sempre e para sempre
e o resto é conversa!
cumprimentos a todos e um breve até já...
mais ou menos como diz o povo (digital neste caso): águas passadas não movem blogs! por isso cá estou eu outra vez, a ver se recupero o bom humor nesta altura de tão grandes dificuldades, tantas mentiras e enganos. este sério mundo economicista não interessa a ninguém: para depressões bastam as nossas vidinhas.
valem-nos os amigos que o são sempre
valem-nos os hobbies que nos alegram
valem-nos principalmente os que nos amam
amam sempre e para sempre
e o resto é conversa!
cumprimentos a todos e um breve até já...
Wednesday, May 20, 2009
uns dias depois - a couple of days later
uns dias depois tirei mais uma dúzia de fotos. mas mesmo assim já havia novos acontecimentos no jardim, como seria de esperar, no meio da confusão. a echeveria recém-chegada já exibe as suas espantosas flores-fogo e a rosa pode não ser a mais bonita, já a mostrei noutro post, mas dá belas fotografias mentirosas...
os hemerocallis amarelos que comprei no ano passado, estão em flor outra vez, assim, vindos do nada! mas agora noutra época, porque se bem me lembro abriram no outono da última vez! podem só durar um ou dois dias, abrir só uma ou duas de cada vez, mas mesmo assim é um belo espectáculo, digno dos melhores palcos. e das melhores audiências claro!

este rabo-de-gato foi tão engolido pela vegetação [já é mania de deixar crescer tudo o que nasce por aqui] que nem reparei que tinha botões! parece impossível mas quando dei por ela já estava assim, com estas vistosas flores, cheias de contraste e bem maiores que ele... dois grandes olhos cheios de rímel encarnado a olhar, esbugalhados, para mim! como se eu fosse alguma espécie de toupeira-das-varandas...
o cebolinho já está a ficar cheio de pompons roxos. tantos que parece um porco-espinho-mutante-do-espaço, uma creatura mítica mas real como um olhar atento pode facilmente detectar! ah, é verdade, já me esquecia da begónia: afinal foi o corte à escovinha-militar que venceu o grande concurso dos hairdressers; parece que as afros-à-marco-paulo já estão fora de moda no reino vegetal...
para o fim guardei as cascatas de flores. pequenas cascatas para ser mais preciso. a impaciente laranja gostou tanto do spot que lhe reservei que tem mais flores do que camioneta para elas! já o lampranthus está no pico da época, sempre com mais flores, cuidadosamente resguardadas do frio da noite, como se fossem pequenos astros de uma interminavel constelação diurna...
Friday, May 15, 2009
últimas de abril - april's last ones

também as traduções para inglês ficaram atrasadas. muito mais atrasadas e neste caso a recuperação vai ser bem mais problemática. mas espero que a seu tempo também esta se normalize, já que o tradutor é mais comédia que outra coisa!
estas petúnias já as mostrei antes, mas nesta altura estava particularmente bonita, não estava? já a tamareira não ata nem desata, talvez queira mais sol ou mais água, não sei bem. mas lá vai sobrevivendo. ninguém diría que já tem uns 2 ou 3 anitos desde que semeei o carocito...assim e à laia de recuperação deixo-vos com algumas florações novas na varanda, se bem que já tenham quase um mês e algumas inclusivamente já tenham fechado a banca por esta estação como é o caso destas ixias brancas que momentaneamente inundaram este selvático jardim...
também o brinco-de-princesa prossegue na sua nova vida em semi-sombra. mais vigoroso que nunca, embora a inundação de flores esteja do lado de fora, onde está o sol o dia inteiro. pena é que seja uma incubadora de bicheza, porque de resto acho-o magnífico, e vocês o que acham?infelizmente não foram só descurados os posts, também me descudei com as regas e as mondas, com os adubos e os pesticidas, a modos que sofremos uma mega-assolação de mosquinhas brancas. é triste mas não encontro forma das controlar e agora que as deixei assentar arraiais a seu bel-prazer vou ser obrigado a esperar pelo frio de inverno e pelas podas para as domesticar...
já estas encontravam-se bem escondidas e logo bastante negligenciadas. a primeira vai dando novas flores com o espaçamento de apenas alguns meses. já esteve quase a morrer por muitas vezes mas logo recupera após drásticas podas para nos brindar com um raminho de belas flores...
quanto ao cebolinho é o primeiro ano que dá flores e, para dizer a verdade não sei como sobrevive uma vez que está sempre a ir parar ao tacho! mas desde que lhe passei a dar muita água ele respondeu com novo e renovado vigor :)

claro, era óbvio, com tanta densidade de vegetação qualquer praga deixada com rédea-curta se propaga como fogo nos eucaliptais. e a única solução é deixar arder...
felizmente que a natureza é pródiga em recuperações miraculosas!
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